Cursos de Pós Graduação
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Curso de Pós Graduação

Enfermagem Oncológica

Informações

Coordenador: Nilza maria de Abreu Leitão
Mensalidades: 22x de R$ 440,00* (Valor com 10% de desconto para pagamentos realizados até o vencimento.)
Dias e Horários: Sexta-feira (noturno) e Sábado (manhã e tarde)
Público-alvo: Enfermeiros
Carga Horária: 540 horas
Resumo: O câncer tem grande importância epidemiológica e magnitude social, representando a segunda causa de mortalidade no Brasil e no mundo. Esse crescimento tem se refletido no aumento do número de tratamentos ambulatoriais, das taxas de internações hospitalares e dos recursos públicos demandados para custear os tratamentos. A incidência das neoplasias malignas tem uma distribuição diversificada entre as regiões do país e requer diversos tipos de ações e serviços de saúde. Em 2005, de um total de 58 milhões de mortes ocorridas no mundo, o câncer foi responsável por 7,6 milhões, o que representou 13% de todas as mortes. Em 2010, observou-se um aumento da incidência de câncer no Brasil e dos gastos federais com tratamentos oncológicos, que ultrapassaram R$ 1,9 bilhões. Estima-se que, em 2020, o número de casos novos anuais seja da ordem de 15 milhões. Cerca de 60% desses novos casos ocorrerão em países em desenvolvimento. A explicação desse percentual tão alto de óbitos por câncer está diretamente relacionada à maior exposição dos indivíduos a fatores de risco cancerígenos. Os atuais padrões de vida adotados em relação ao trabalho, nutrição e consumo em geral expõem os indivíduos a fatores ambientais mais agressivos relacionados a agentes químicos, físicos e biológicos resultantes de um processo de industrialização cada vez mais evoluído. A redução das taxas de mortalidade e de natalidade indica o prolongamento da expectativa de vida e o envelhecimento populacional, levando ao aumento da incidência de doenças crônico-degenerativas, especialmente as cardiovasculares e o câncer. O câncer constitui, assim, problema de saúde pública para o mundo desenvolvido e também para nações em desenvolvimento. No Brasil, a distribuição dos diferentes tipos de câncer sugere uma transição epidemiológica em andamento. A Política de Atenção Oncológica envolve ações de promoção, prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação e cuidados paliativos, articuladas e organizadas entre as três esferas de governo, constituindo redes estaduais ou regionais de atenção oncológica. A Oncologia é uma especialidade que demanda alta complexidade assistencial durante todo o processo terapêutico, além de requerer, dos profissionais de Enfermagem, extrema habilidade relacional e afetiva, considerando as necessidades e especificidades dos usuários. A atenção oncológica coloca os profissionais em contato estreito com situação de dor, finitude e morte, além de mutilações, efeitos colaterais que desencadeiam graves reações físicas e emocionais, desesperança de pacientes e familiares, bem como a expectativa de cura da doença. Esses elementos imputam, aos profissionais, a necessidade de enfrentamentos perenizados durante a operacionalização da assistência aos usuários. Os currículos de Enfermagem tinham uma estrutura voltada para o modelo hospitalocêntrico, mas, nas últimas décadas, foram transformados e adaptados de acordo com a problemática apresentada no contexto da saúde pública brasileira. No Brasil, evidencia-se um despreparo ligado à carência de qualificação em oncologia. A educação permanente é um dos componentes fundamentais para o controle do câncer, assim como a qualificação adequada e a especialização. O Curso de especialização em Enfermagem Oncológica promovido já possui tradição por sua excelência e vínculo com a instituição referência no tratamento Oncológico favorecendo a qualidade da formação, bem como, destinada especificamente ao público de Enfermeiros. Portanto, tornando um curso diferencial em relação aos cursos ofertados por outras instituições locais com campo de estágio interno vinculado ao Hospital Haroldo Joaçaba; O público somente para Enfermeiros com a máxima qualificação na complexidade do cuidado exigido para a prática clínica em oncologia; Certificado emitido por uma instituição vinculada com a formação em diversas áreas da Oncologia; O corpo docente formado por profissionais experientes e capacitados para a formação proposta; Considerando atender às exigências dos órgãos fiscalizadores como a Agência nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA estabelece a adequação dos Serviços de Terapia Antineoplásica para funcionamento através da RESOLUÇÃO -RDC Nº 220, DE 21 DE SETEMBRO DE 2004. No item referente às BOAS PRÁTICAS DE ADMINISTRAÇÃO DA TERAPIA ANTINEOPLÁSICA – BPATA 1. Considerações Gerais 1.1. As BPATA estabelecem os critérios a serem seguidos pelos STA na administração da TA, a nível hospitalar, ambulatorial ou domiciliar. 2. Organização e Pessoal 2.1. O STA deve contar com um quadro de pessoal de enfermagem, qualificado e que permita atender aos requisitos deste Regulamento Técnico. 2.2. O responsável pela administração deve atender a Resolução COFEN n° 210, de 01 de julho de 1998, suas atualizações ou outro instrumento legal que venha a substitui-la. Esta ultima foi substituída pela RESOLUÇÃO COFEN 210/1998 que dispõe sobre a atuação dos profissionais de Enfermagem que trabalham com quimioterápico antineoplásicos. É imprescindível a formação qualificada dos profissionais de enfermagem envolvidos na assistência Oncológica e sua atualização e aprimoramento faz-se necessário para o ingresso e permanência no mercado de trabalho da Atenção oncológica. Considerando atender às exigências dos órgãos fiscalizadores como a Agência nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA estabelece a adequação dos Serviços de Terapia Antineoplásica para funcionamento através da RESOLUÇÃO -RDC Nº 220, DE 21 DE SETEMBRO DE 2004. No item referente às BOAS PRÁTICAS DE ADMINISTRAÇÃO DA TERAPIA ANTINEOPLÁSICA – BPATA 1. Considerações Gerais 1.1. As BPATA estabelecem os critérios a serem seguidos pelos STA na administração da TA, a nível hospitalar, ambulatorial ou domiciliar. 2. Organização e Pessoal 2.1. O STA deve contar com um quadro de pessoal de enfermagem, qualificado e que permita atender aos requisitos deste Regulamento Técnico. 2.2. O responsável pela administração deve atender a Resolução COFEN n° 210, de 01 de julho de 1998, suas atualizações ou outro instrumento legal que venha a substitui-la. Esta ultima foi substituída pela RESOLUÇÃO COFEN 210/1998 que dispõe sobre a atuação dos profissionais de Enfermagem que trabalham com quimioterápico antineoplásicos. É imprescindível a formação qualificada dos profissionais de enfermagem envolvidos na assistência Oncológica e sua atualização e aprimoramento faz-se necessário para o ingresso e permanência no mercado de trabalho da Atenção oncológica.
Disciplina Carga horária Coordenadores Formação Título
Componentes de formação básica
Epidemiologia do câncer 15h Miren Uribe Médica Dr
Bases da Oncologia 60h Marcos Venício Médico Dr
Componentes de formação aplicada
Gerenciamento dos serviços de enfermagem oncológica 30h Nilza Leitão Enfermeiras Me
Metodologia da assistência de Enfermagem 30h Andréa Bezerra Enfermeira Dr
Enfermagem em Oncologia Clínica e Cirúrgica 45h Nilza Leitão Enfermeira Me
Enfermagem em Oncologia Pediátrica 30h Fernanda Fontenele Enfermeira Dr
Enfermagem em UTI e Emergência Oncológica 30h Nilza Leitão Enfermeira Me
Enfermagem em radioterapia e medicina nuclear 15h Aline Mayra Enfermeira Me
Aspectos psicossociais e cuidados paliativos em oncologia 30h Thais Lane Enfermeira Esp
Componentes instrumentais
Metodologia da pesquisa I e Bioética 30h Sandra Valesca/
Andrea Linard
Enfermeiras Me/
Dr
Pesquisa Clínica: Processo Regulatório e Condução de Ensaios em Oncologia 15h Nelson Belarmino/
Flávio Bitencourt
Farmacêuticos Me/
Dr
Metodologia da Pesquisa II 30h Hérica Vasconcelos Enfermeira Dr
Estágio – ICC 90
TCC 90